Deixe-me Partir de Tânia Fernandes de Carvalho.

 


Por Miguel Calil 

05 de março de 2026

Este livro me interessou muito em uma das feiras espíritas que participei. Perder um ente querido é um dos momentos mais delicados da vida de uma pessoa. Seja um familiar, um amigo, um pet, isto é , pessoas ou animaizinhos de estimação que marcaram nossas vidas e que ficarão eternamente em nossas lembranças. O livro cita diversas vezes O Evangelho Segundo o Espíritismo, que tem um vasto embasamento no tema. Cita até o livro clássico Violetas na Janela com o espírito de Patrícia no plano espiritual. Fala da importância da prece pelos nossos antepassados através da oração sincera.(devemos orar pelos vivos e mortos) e fala que o ente querido partiu no momento que tinha que partir valendo mencionar a oração que o nosso pai nos ensinou: "Seja feita a Tua vontade". E fala de nós que continuamos aqui na Terra, continuarmos a nossa tarefa aqui através da superação. Uma corrente de fluídos, através da oração, se estabelece de um individuo a outro, sendo encarnado para desencarnado ou de desencarnado para encarnado. E de encarnado para encarnado também. (transmissão de pensamento). Assim, todo pensamento pode ser transmitido de um a outro, e nossas preces são sempre ouvidas e atingem a quem buscamos. (página 52). As fases do luto são: a negação, a raiva, a negociação, a depressão (dor/desespero) e a aceitação. Creiam: o luto tem começo, meio e fim ( e a reconstrução da vida). Da saudade com dor vem a saudade com amor (página 54) Se a pessoa ficar enlutada durante muito tempo existe a necessidade de com um psícólogo ou psiquiatra. E o livro indica o trabalho de caridade como uma forma de escapismo da tristeza, do luto e para a melhora da saúde do enlutado. 

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